Notícias Coopama
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O nitrogênio é o nutriente mais requerido pelo cafeeiro garantindo produtividade e crescimento vegetativo.
Ciclus é o
fertilizante nitrogenado de liberação lenta, gradual e constante da Café Brasil
Fertilizantes que assegura nutrição equilibrada ao cafeeiro.
O nitrogênio (N) é um dos elementos mais dinâmicos dos sistemas agrícolas e o
nutriente mais desafiador de ser manejado. Para a cultura do cafeeiro é de
extrema importância, já que é o principal responsável pelo crescimento
vegetativo e produtividade. De fato, é o nutriente mais demandado pelo
cafeeiro, sendo que para cada saca de café produzida são extraídos cerca de 6,2
Kg de N do solo. No entanto a quantidade aplicada deste nutriente é bem
superior a estes valores quando fertilizantes convencionais (altamente
solúveis) são escolhidos para adubar o cafeeiro. Deste modo, isto implica em
maiores quantidades de fertilizantes utilizados na lavoura juntamente com a
necessidade de parcelamentos – uma tentativa de sicronizar o fornecimento com a
demanda de N da planta – o que implica em maiores gastos com maquinários, mão
de obra, entre outros, e afeta o planejamento de diversos outros manejos
inerentes da lavoura. Além disso, promove momentos de alta e baixa
disponibilidade de N no solo, superando e ficando aquém da demanda da planta,
respectivamente (Fig. 1). Para contornar este grande desafio que é fornecer
nitrogênio ao cafeeiro, a Café Brasil Fertilizantes disponibiliza ao
cafeicultor o Ciclus, fertilizante nitrogenado de liberação lenta, gradual e
constante. Ciclus foi validado e pesquisado por diversas instituições de
pesquisa para trazer segurança de uma nutrição eficaz, maior produtividade e
lucratividade ao cafeeiro. Seus benefícios atacam gargalos importantes
do manejo do nitrogênio, entre eles: l) independência climática, já que pode
ser aplicado ao solo seco ou úmido, e mesmo sob condições propícias às perdas
isto não será um problema devido a tecnologia de liberação lenta; Il) maior
facilidade operacional, por ser granulado de fácil aplicação e regulagem da
adubadora, com excelente qualidade física; III) menos produto aplicado, já que
as lV) perdas são reduzidas drasticamente devido à tecnologia de liberação
lenta e, assim, V) maior agilidade na adubação, liberando maquinário e mão de
obra para outras atividades. Tudo isso gera um VI) melhor sicronismo entre
fornecimento e demanda de N pela planta (Fig. 1), o que provoca VII) maior
crescimento vegetativo e VIII) maior produtividade.
Diretor Técnico - Café Brasil
André Baldansi Andrade
Pesquisador, Engenheiro Agrônomo, Doutor em Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Café Brasil