Notícias Coopama
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Safrinha no Sul de Minas e seus desafios
A safrinha
de milho, também conhecida como segunda safra, tem se tornado uma importante
alternativa para os agricultores brasileiros. Essa prática permite que os
produtores façam uso eficiente da terra, aproveitando a janela de clima
favorável após a colheita da soja. No entanto, apesar das vantagens econômicas,
a safrinha também enfrenta uma série de desafios que podem impactar sua
produtividade e rentabilidade.
No Sul de Minas, a safrinha é plantada em um momento que apresenta condições
ideais para o cultivo e deve ser encerrada até o final de fevereiro. Plantios
fora dessa época não são recomendados devido à escassez de chuvas e à
possibilidade de geadas durante o desenvolvimento do milho, o que pode
comprometer significativamente o potencial produtivo dos híbridos.
É fundamental ter cautela na escolha dos híbridos, já que a cultura é instalada
em uma condição de alta incidência de pragas e doenças, como a cigarrinha, que
hoje é uma das principais ameaças à cultura do milho. Além disso, é necessário
atenção à alta população de percevejos, provenientes da cultura da soja. Nas
fases iniciais do milho, esses insetos causam danos expressivos, muitos deles
irreversíveis. A Coopama oferece em seu portfólio uma linha completa de
inseticidas químicos e biológicos que auxiliam no manejo e controle dessas
pragas de forma racional. As aplicações para controle de cigarrinha e percevejo
devem ser iniciadas o mais cedo possível e realizadas sempre que houver
presença desses insetos.
Após o término da janela de plantio do milho na segunda safra, existe a
possibilidade de cultivo de sorgo, trigo, mix de cobertura e até mesmo aveia.
Essas culturas ajudam a proteger o solo, reduzem a incidência de plantas
daninhas, melhoram a estrutura do solo e auxiliam na descompactação.
Em plantios mais tardios (final de março e início de abril), o período é
propício para realizar correções de fertilidade do solo com calcário e gesso. A
correção feita nessa época reduz significativamente a ocorrência de erosões no
solo e, devido à presença de umidade, favorece o início da reação de liberação
dos corretivos.
Os agrônomos da Coopama estão capacitados para ajudá-lo a planejar a melhor
cultura e o manejo mais adequado de acordo com sua realidade e necessidade.
Fale conosco!
Samuel Fernandes
Gerente Comercial Coopama